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CRAM realiza Tarde de Meditação com mulheres vítimas de violência doméstica e familiar

 

Com o tema “Abandonando os medos e recebendo plenitude”, o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou hoje (22) uma atividade com mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

Comandada pela terapeuta holística Nanda Vieira, a meditação coletiva, que começou às 13h30, reuniu cerca de 25 pessoas para trabalhar técnicas e exercícios mentais de como lidar com emoções e buscar o equilíbrio físico, mental e emocional.

“A gente costuma guardar emoções. Quando você harmoniza a produção de hormônios, o que você tem é um benefício tanto físico quanto mental”, destacou a terapeuta, que incentivou as participantes a desenvolverem, durante o período da atividade, uma autoconsciência emocional.

“Está sendo algo muito bom, muito interessante e muito gratificante. E a meditação eu vejo, assim, que é algo que a gente precisa ter esse tempo pra nós. Pra nós entrarmos dentro de nós. Colocar o nosso espírito, porque somos compostos de corpo, alma e espírito. Então trouxe essa harmonia de estar junto. Eu fico muito feliz, muito alegre, porque a gente está compartilhando. Pra que esse grupo que a gente compartilha aqui dentro possa fazer a diferença lá fora”, afirmou Dilcineide dos Santos Reis, que participa desde 2015 dos encontros do CRAM.

Na Bahia, as seis varas especializadas no acompanhamento de denúncias de violência contra a mulher tramitam mais de 26 mil processos, de acordo com dados desse ano divulgados pelo Tribunal de Justiça (TJ-BA). Em Alagoinhas, a realidade não é diferente. Por isso, a gestão pública municipal, por meio dos órgãos da Secretaria de Assistência Social do Município (SEMAS), têm intensificado esforços para que haja engajamento na luta contra a violência. “O Secretário José Alfredo e a subsecretária Ludmilla Fiscina têm um olhar sensível à causa e oferecem o apoio necessário ao Centro”, ressaltou Cristiane Nascimento, coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres.

Segundo ela, o diferencial que se busca fazer, além das ações desenvolvidas, é o acolhimento. “Quando essa mulher procura o Centro, ela está em situação deplorável. O mínimo que a gente pode dar a ela é um atendimento humanizado”, enfatizou.

Fonte: SECOM

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