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“A polícia vai mirar na cabecinha e… fogo”, diz governador eleito do Rio

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), reafirmou que policiais que matarem quem portar fuzil não devem ser responsabilizados “em hipótese alguma”. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, ele disse que a autorização do “abate” não aumentará a letalidade do Estado.

“O correto é matar o bandido que está de fuzil. A polícia vai fazer o correto: vai mirar na cabecinha e… fogo! Para não ter erro”, afirmou.

“Se for um ato em confronto, em que o policial está acobertado por uma excludente de ilicitude, não é homicídio, é morte em combate. A excludente está no Código Penal desde 1940, Artigo 25. (Responsabilização) em hipótese alguma. É auto de resistência e arquivo. O ato é lícito”, acrescentou.

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