Documento sem título
Você está em
Home > Destaques > Cartão Vermelho: acusada de pagar propina, Odebrecht diz não tolerar corrupção

Cartão Vermelho: acusada de pagar propina, Odebrecht diz não tolerar corrupção

ntegrante do consórcio Fonte Nova Participações, que construiu a Arena Fonte Nova, e acusada pela Polícia Federal na operação Cartão Vermelho de pagar propina ao ex-governador Jaques Wagner (PT), a Odebrecht diz não tolerar a corrupção.

Em nota, a empreiteira baiana informou que está colaborando com a Justiça no Brasil e em todos os países onde atua.




De acordo com as investigações da Polícia Federal o consórcio formado pela Odebrecht e OAS venceu a Parceria Público-Privada para a Arena Fonte Nova em 2010 em um processo licitatório direcionado. A operação aponta também que houve um superfaturamento no contrato de aproximadamente R$ 450 milhões.

Veja a nota da Odebrecht:

“A Odebrecht está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua. Já reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um Acordo de Leniência com as autoridades do Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Equador, Panamá e Guatemala, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”.

Notícias relacionadas:

Cartão Vermelho: PF deflagra operação contra irregularidades na Arena Fonte Nova
Wagner recebeu R$ 82 milhões entre propina e doação eleitoral, aponta PF
Justiça negou pedido de prisão de Jaques Wagner, Dauster e Carlos Daltro
Rui Costa sai em defesa de Wagner e critica operação: ‘ação midiática’
Wagner nega que relógios apreendidos são luxuosos: “maioria absolutamente simples”
Advogados de Wagner questionam competência da Justiça Federal e dizem que secretário sempre colaborou
Neto rebate Rui Costa sobre TV Bahia: está tentando construir uma cortina de fumaça
“Passo a integrar a galeria dos injustiçados”, diz Wagner em ato de apoio do PT
Base de Rui se junta em ato de apoio a Jaques Wagner, após operação da PF
Lídice presta solidariedade a Wagner e classifica caso como “incomparável” com Geddel

Deixe uma resposta

Top