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Brasil registra 41 mortes por Covid-19 e 11,9 mil casos neste domingo (31)

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Média de mortes é de 222 e permanece estável com relação aos dados de duas semanas

O Brasil registrou 41 mortes por Covid-19 e 11.905 casos da doença neste domingo (31). Com essa atualização, o país chega a 678.578 vidas perdidas e a 33.831.356 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de casos apresenta redução de 36% em relação aos dados de duas semanas atrás. Ela agora é de 34.615 infecções por dia. Por outro lado, a média de mortes está estável, com variação inferior a 15%, em comparação com os dados de duas semanas. Neste domingo (31), a média é de 222 óbitos por dia.

Retrato de Sandra Fernandes Barbosa, enfermeira líder da UTI adulto do Hospital Sírio-Libanês no combate à Covid. Na imagem, ela usa máscara e está colocando um face shield.
Sandra Fernandes Barbosa, enfermeira líder da UTI adulto do Hospital Sírio-Libanês no combate à Covid - Eduardo Knapp/Folhapress

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são compiladas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

consórcio de veículos de imprensa deixou de atualizar os números de vacinados contra a Covid-19 nos fins de semana e feriados. Nos dias úteis, os dados serão atualizados normalmente. A medida visa evitar imprecisões nos números informados ao leitor.

A mudança ocorre devido a problemas na consolidação dos dados de vacinação pelas secretarias estaduais. Diversos estados não atualizam o total de vacinados aos fins de semana e feriados, e mesmo os que o fazem, por vezes, informam números desatualizados, que não correspondem à realidade e costumam ser corrigidos nos dias seguintes.

Nome negativado: os Estados onde metade dos adultos está com contas atrasadas

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 Por: Laís Alegretti

LONDRES

No momento em que a quantidade de inadimplentes bate recorde no Brasil, como está a proporção de pessoas com nome sujo em cada Estado do país? As variações entre as unidades da federação são significativas, segundo os dados da Serasa Experian.

No Amazonas está o dado mais preocupante: há mais adultos inadimplentes (51,8%) do que adultos com as contas em dia. Em seguida, aparecem outros Estados onde a parcela de inadimplentes é de praticamente metade dos adultos, como Rio de Janeiro, Amapá e Distrito Federal — os três com índices superiores a 49%.

Brasileiros estão endividados em todos os estados - Getty Images

Na outra ponta, com o índice mais baixo do país, está o Piauí, com "apenas" um terço dos adultos com nome sujo. Santa Catarina (34,8%), Rio Grande do Sul (36,3%) e Alagoas (36,8%) também aparecem entre os Estados onde uma proporção maior de adultos está conseguindo pagar as contas em dia.

PARCELA DE ADULTOS INADIMPLENTES POR UF

EstadoAdultos endividados (em %)
AM51,8
RJ49,6
AP49,3
DF49,2
MT47,7
RR47,5
MS45,3
AC44,1
SP43,5
RO42,3
TO42,2
ES41,5
PE41,5
SE41,08
GO40,4
CE40,3
RN39,9
PR39,7
MA38,4
MG38,3
PB37,9
BA37,2
PA37,1
AL36,8
RS36,3
SC34,8
PI33,6

Uma pessoa está inadimplente a partir do momento em que não consegue pagar uma conta até a data do vencimento. Ela só entra nas estatísticas de inadimplência da Serasa, no entanto, a partir do momento que a empresa comunica que determinada conta não foi paga.

Depois disso, "a Serasa encaminha comunicação —via SMS, email, carta— para o devedor, falando que a pessoa tem dez dias para resolver essa situação e que, caso contrário, o nome dela vai ser negativado", explica Rabi.

O QUE EXPLICA ESSA VARIAÇÃO REGIONAL?

Qual é a explicação para essa diferença entre os Estados? O economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, diz que é essencial levar em conta a renda per capita para entender a questão da inadimplência, já que "renda per capita é capacidade de pagamento" —ou seja, Estados com essa renda mais alta teoricamente tendem a ter menor inadimplência.

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Isso ajuda a explicar a situação do Amazonas, que tem a maior taxa de inadimplência do país e também está entre as três menores rendas per capita do Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mas o Estado com menor proporção de inadimplentes, o Piauí, também está entre aqueles com menor renda per capita. E o Distrito Federal, unidade da federação com maior renda per capita, está entre as maiores taxas de inadimplência.

É que a renda per capita, embora seja um fator relevante, não é o único, argumenta Rabi. "Existem algumas variáveis que de fato pesam e que fazem diferença quando a gente olha a distribuição estadual, segundo nossa análise e acompanhamento histórico desses dados", diz o economista.

Inadimplência é menor em estados mais ricos da federação e que vivem de commodities - Getty Images

Rabi destaca que tem observado que a inadimplência tende a ser menor em estados que estão inseridos em uma cadeia exportadora de commodities e onde o peso desse setor na economia local é relevante.

"Isso faz com que esse Estado tenha uma performance econômica melhor do que a média nacional, ou melhor do que os Estados onde não tem essa característica. Isso explica, por exemplo, porque o Piauí, sendo estado que tem uma renda per capita baixa, tem a menor inadimplência — porque o Piauí é a principal fronteira agrícola da soja, por exemplo."

Com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, preços de energia, combustível, alimentos e outras commodities dispararam. Se por um lado isso causa inflação, também gera aumento de renda dos produtores de commodities.

Ao mesmo tempo, diz Rabi, o peso do setor de serviços — o mais atingido pelos efeitos da pandemia de Covid-19 — na economia do Estado também ajuda a entender a inadimplência. "Se o setor de serviço pesa muito, isso tem sido algo que prejudica a inadimplência", diz.

Esse ponto também ajuda a explicar, aponta ele, a presença do Rio de Janeiro e do Distrito Federal — bastante dependentes do setor de serviços — no topo da lista de inadimplência.

INADIMPLÊNCIA RECORDE NO BRASIL

No Brasil como um todo, são quatro adultos inadimplentes a cada dez, ou 41%. O número de 66,6 milhões de pessoas com nomes negativados registrado em maio é o recorde — o maior desde o começo da série histórica da Serasa Experian, iniciada em 2016. Em relação a maio do ano passado, houve um aumento de 4 milhões de nomes negativados.

A inadimplência vem subindo, aponta o economista, "porque a inflação está corroendo o poder de compra e as pessoas não conseguem mais pagar" suas contas. "Isso faz um estrago brutal na capacidade de pagamento de milhões de brasileiros."

Outro fator que agrava a situação, diz ele, é a alta de juros — ferramenta usada exatamente para tentar combater a inflação. Esse aumento, no entanto, encarece o crédito usado por consumidores, como no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito, conhecidos por serem os mais altos.

A inflação chegou a dois dígitos em setembro de 2021, pela primeira vez desde 2016, segundo dados do IBGE. E continua acima desse patamar: em 12 meses até junho, está em 11,89%, de acordo com os dados mais recentes do IBGE.

Nesse cenário, Rabi diz que ainda não dá para vislumbrar quando a inadimplência vai voltar a cair.

Na análise por área, os dados de maio mostram que o segmento de bancos e cartões gerou o maior volume de dívidas negativadas (28,2% do total), seguido por contas básicas (água, luz e gás), com 22,7%. Em terceiro lugar, aparecem varejo e financeiras, com 12,5%.

Este texto foi originalmente publicado aqui.

Expo Agro Inhambupe terá shows de Calcinha Preta, Rai Saia Rodada, Mastruz com Leite e Unha Pintada

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Entre os dias 4 e 7 de agosto acontece a primeira edição

Entre os dias 4 e 7 de agosto acontece a primeira edição da ExpoAgro Inhambupe, a cerca de 170km de Salvador. A expectativa da organização é a de receber 160 mil pessoas, entre empresas, expositores e produtores do agronegócio e da agricultura familiar. A cidade se destaca pela vocação agropecuária e diversidade de produção do campo, em especial, a citricultura.

O evento acontece no Parque e Haras Dr. Reginaldo Sarmento, uma área de 122 mil metros quadrados, onde os visitantes terão acesso a estandes de pecuária, citricultura, grãos, meliponicultura, equinocultura, equoterapia (método terapêutico que utiliza cavalos), além de encontros de vaqueiros com missa festiva, cavalgadas, bolão de vaquejada, boiada, leilões, oficinas e seminários temáticos, comercialização de máquinas agrícolas, balcão de negócios, feira de agricultura familiar e shows musicais.

Entre os artistas já confirmados estão: Raí Saia Rodada (04/08), Mastruz com Leite (05/08), Calcinha Preta (06/08) e Unha Pintada (07/08), além de atrações locais, programação infantil e lazer para toda a família.

O prefeito de Inhambupe, Fortunato Silva Costa, Nena (PSD) explica que a 1ª Expo Agro Inhambupe nasce na perspectiva de potencializar o agronegócio e a agricultura familiar do município e região, além de fixar o evento na agenda anual das exposições agropecuárias da Bahia.

“A realização da primeira Expo Agro Inhambupe vai conectar o produtor rural com tecnologias agrícolas e negócios em um só espaço, além de oferecer palestras e oficinas voltadas às cadeias produtivas potenciais da região e com lazer e oportunidade para todos os moradores e visitantes, por meio de exposição de produtos e serviços e de grandes shows de artistas nacionais e manifestações culturais locais”, afirma o prefeito Nena.

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'É erro estratégico', diz bolsonarista sobre aproximação do agro com Lula

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'É erro estratégico', diz bolsonarista sobre aproximação do agro com Lula
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) diz que a aliança feita por parte dos representantes do agronegócio no estado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é um erro estratégico.
 

Nas últimas semanas, o deputado federal Neri Geller (PP) e o senador Carlos Fávaro (PSD) anunciaram apoio a Lula e uma aliança eleitoral com o PT.
 

"A gente tem que respeitar as opções de todos, mas a meu ver essas duas lideranças cometeram um erro grande. Elas têm a cara do Bolsonaro e da centro-direita, e foram por esse caminho", afirma Fagundes.
 

Lula vem intensificando os contatos com representantes do agronegócio, setor em que Bolsonaro ainda tem amplo domínio. Ele tem sido ajudado nas conversas pelo ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP)

Após recesso, tribunais superiores retomam sessões nesta segunda-feira

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 Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

STF volta a julgar cobrança de taxas de fiscalização na mineração 

Por Agência Brasil - Brasília

Ouça a matéria:

Os tribunais superiores retomam os trabalhos do segundo semestre nesta segunda-feira (1º). Após período de 30 dias de recesso, os magistrados retomam as sessões colegiadas para julgamento de ações previstas para os próximos meses.

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) terá início às 15h. A Corte dará continuidade ao julgamento que trata da legalidade da cobrança de taxas de fiscalização ambiental sobre as atividades de mineração.

Na quarta-feira (3), o Supremo deverá julgar a constitucionalidade das alterações feitas na Lei de Improbidade Administrativa, por meio da Lei 14.230/2021. Os ministros vão decidir se a norma retroage para beneficiar pessoas condenadas antes da sanção da lei.

No decorrer do mês de agosto, o STF também deve julgar a constitucionalidade da prisão especial para pessoas com nível superior, alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para criação do contrato de trabalho intermitente e questionamentos de associações de magistrados contra a federalização dos crimes contra os direitos humanos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) também retoma às sessões nesta segunda. O pleno do tribunal se reúne para formar a primeira lista tríplice para composição do recém-criado Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), que terá sede em Belo Horizonte e será formado por 18 desembargadores.

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições, a primeira sessão do segundo semestre está prevista para as 19h. Na pauta, estão dois recursos relacionados às eleições de 2020.

Edição: Nádia Franco

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